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sábado, 10 de janeiro de 2009

Sentiu o medo

Sentiu um medo intenso da montanha de folhas que tinha em sua frente, um medo de não conseguir resolver razoavelmente os problemas que se faziam diários na construção de sua vida. Por isso, como um místico que resolve testar seus poderes extraordinários, pegou uma caneta, um papel, olhou o ar e escreveu seu primeiro poema talvez místico, certamente mágico. O nome dele? Gibran.

Um comentário:

Anônimo disse...

O amor nada dá senão de si próprio
E nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui, nem se deixa possuir.
Porque o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga:
“Deus está no meu coração”,
Mas que diga antes:
"Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,
Pois o amor, se vos achar dignos,
Determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo
Senão o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos,
Sejam estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
Que canta sua melodia para a noite;... Kalil Gibran

Mesmo sendo inflexível AMO VOCÊ!!!