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segunda-feira, 14 de maio de 2012

BORGES


Artifícios foi a primeira obra que li de Borges. Livro de bolso, escrito originalmente no idioma do escritor argentino, consagrado por sua vasta cultura e prodigiosa memória que, entre outras coisas, declarou seu amor à Literatura e à Leitura em, pelo menos, duas frases instigantes e oníricas.






A foto acima foi tirada no Centro Cultural Borges, em Buenos Aires. Numa tradução livre: “E eu imaginava o paraíso como uma espécie de biblioteca”.



Num dos contos de Artifícios, a paixão livresca volta à tona quando ressalta que apenas aos cavalheiros interessam causas perdidas. Quando pensou nisso, Borges referia-se a si mesmo, encenando o papel de monstro literário universalmente admirado numa terra em que, apesar dos bons índices de alfabetização, briga, maltrata e despreza as letras até hoje?

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