segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Duas semanas

Peço desculpas aos leitores frequentes desse blob pela ausência nas últimas duas semanas. Cheio de acertos para fazer na dissertação, que enviei hoje ao meu orientador e que retornará nos próximos dias cheia de rabiscos, de observações e de críticas consideráveis, acabei me isolando de tudo e de todos. Se não faço isso, simplesmente a coisa não rende.

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Gostaria de agradecer ao comentário que o filósofo Márcio Alexandre da Silva deixou na última mensagem de 1 de dezembro assim como aos dois anônimos.

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Em relação ao mineiro, obrigado pelo convite de visita às terras da genialidade literária de onde vêm Murilo Rubião, Paulo Mendes Campos e tantos outros. Depois, se puder e voltar a ler esse blog, só deixar o endereço eletrônico que agradeço pessoalmente de modo eletrônico.

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Quero desejar a todos um feliz natal. Depois do natal, se as correções da dissertação não me matarem, volto a escrever para desejar um feliz ano novo que, se der parcialmente certo, será o ano de novos projetos culturais não apenas em Assis, interior de São Paulo, mas Brasil afora. Afinal, a Sociedade Mutuante, brilhantemente comandada pela Sylvia Maria, não tem feito um trabalho realmente magnífico?

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Dia de luta contra a Aids

Geralmente as pessoas falam do dia primeiro dezembro apenas no dia primeiro de dezembro, comemorando a luta contra a Aids, mas se esquecendo de que essa batalha deve ser travada diariamente.

Lutar contra a Aids atualmente é tão importante quanto almoçar, jantar, beber água, promover a circulação sanguínea em nosso corpo etc.

Algumas estatística recentemente apresentadas por órgãos oficiais e organizações não governamentais demonstram que o número de infectados por Aids cresceu significamente entre os homens com mais de cinquenta anos. A incidência de casos na região sudeste caiu, mas aumentou drasticamente nas regiões nordeste e norte.

Em síntese, não são apenas os jovens e os adolescentes que precisam se conscientizar do risco em que se colocam quando transam sem preservativo.

Daqui para frente, mais esforços coletivos (não significam necessariamente mais esforços estatais) devem ser feitos para controlar o crescimento do HIV. Vamos começar?